NÃO ESPERE O FIM, ESPERE O COMEÇO!!
O ser humano embriagado em sua própria ignorância e insensatez é o único responsável pelo fim de sua existência na terra. Para Thomas Hobbes (1588/1679) - filósofo inglês da Idade Moderna “O homem é o lobo do próprio homem”. O homem auto se destrói pela sua prepotência e arrogância de achar-se que é deus. O mundo não acabará em 2012 muito menos em 2013. Previsões são apenas previsões o autor da criação ainda acredita em sua obra prima, então... Nada chegará ao fim por enquanto. São apenas especulações.
Se pararmos para refletir, o mundo já acabou com a esperança de milhões de famintos espalhados pelos recantos desse mundo de meu Deus. Quanta criança sem comida, sem bebida e sem lazer, negar esses direitos, isso sim, é o fim do mundo. Quando não se há partilha e fraternidade no coração do homem a tendência é esse mesmo homem ficar obeso de orgulho e soberba, ficando incapaz de abraçar a compaixão e a esperança. Os rumores de guerras são frutos dessa obesidade. Com a violência e o ódio impetrados pelo coração do homem no seio de nossa sociedade anunciam o fim dos tempos.As profecias dos povos Maias – de que o mundo acabaria em 21.12.2012, segundo o calendário dessa civilização – é apenas uma leitura equivocada do homem moderno em relação a uma sociedade com ritos e crenças misteriosos. Até porque essa civilização tinha diversos calendários e em nenhum deles encontraremos afirmações concretas de um Armagedon. Já o Apocalipse cristão anuncia primeiro à segunda vinda de Cristo com Poder e Glória, mas antes, a Palavra de Deus seria anunciada a todos os habitantes da terra. Com isso não seria o fim mais o inicio do reinado de Cristo na terra. Então não é o fim é o começo.Enquanto não se concretiza o fim. É preciso gritar pelos quatro cantos do globo, que o mundo precisa de educação e saúde de qualidade, saneamento básico em nossas cidades, geração de emprego e renda, preservação do meio ambiente, segurança, tolerância às diferenças de gênero, raça e credo, compreensão entre os povos, liberdade de expressão e credo etc. Onde houver indiferença e intolerância entre os homens, nos aproximamos do fim dos tempos. Numa sociedade onde o amor não é o centro, é sinal de que o fim já está próximo.Enquanto as ideias maléficas e pervertidas dos homens não se transformar em ideias de compreensão e unidade na diversidade, continuaremos a caminhar para o penhasco.O inicio e o fim da humanidade não deve ser uma data, mas o coração de Deus sedento de amor e paz, que não cessa de buscar esse mesmo homem pervertido e distante. Não espere o fim, espere o começo de um novo dia que está prestes a nascer com o sol radiante e belo jamais visto pelo homem. O sol da esperança nunca deixará de iluminar a humanidade. Acredite no amanhã ele existe.
João Artur Ricardo
~Caio César Victor
Nariz e orelhas nunca param de crescer
O tecido cartilaginoso, que forma o nariz e as orelhas, não deixa de crescer nem mesmo quando o indivíduo torna-se adulto. Daí porque o nariz e as orelhas de um idoso são maiores do que quando era jovem. A face também encolhe porque os músculos da mastigação se atrofiam com a perda dos dentes.
~Weverton Siqueira
~Weverton Siqueira
A maçã
"Mulheres são como maçãs em árvores.
As melhores estão no topo.
Os homens não querem alcançar essas boas, porque eles têm medo de cair e se machucar. Preferem pegar as maçãs podres que ficam no chão,
que não são boas como as do topo,
mas são fáceis de se conseguir.
Assim as maçãs no topo pensam que algo está errado com elas,
quando na verdade, eles estão errados...
Elas têm que esperar um pouco para o homem certo chegar,
aquele que é valente o bastante para escalar até o topo da árvore."
Machado de AssisAs melhores estão no topo.
Os homens não querem alcançar essas boas, porque eles têm medo de cair e se machucar. Preferem pegar as maçãs podres que ficam no chão,
que não são boas como as do topo,
mas são fáceis de se conseguir.
Assim as maçãs no topo pensam que algo está errado com elas,
quando na verdade, eles estão errados...
Elas têm que esperar um pouco para o homem certo chegar,
aquele que é valente o bastante para escalar até o topo da árvore."
#Ellen Valéria
Arcadismo no Brasil - Pesquisa
O Arcadismo no
Brasil teve início no ano de 1768, com a publicação do livro “Obras” de Cláudio
Manuel da Costa.
Nesse período
Portugal explorava suas colônias a fim de conseguir suprir seu déficit
econômico. A economia brasileira estava voltada para a era do ouro, da
mineração e, portanto, ao estado de Minas Gerais, campo de extração contínua de
minérios. No entanto, os minérios começaram a ficar escassos e os impostos
cobrados por Portugal aos colonos ficaram exorbitantes.
Surgiu, então, a
necessidade do Brasil de buscar uma forma de se desvincular do seu explorador.
Logo, os ideais revolucionários começaram a se desenvolver no Brasil, sob
influências das Revoluções Industrial e Francesa, ocorridas na Europa, bem como
do exemplo da independência das 13 colônias inglesas.
Enquanto na
Europa surgia o trabalho assalariado, o Brasil ainda vivia o tempo de
escravidão. Há um processo de revoltas no Brasil, contudo, a mais eloquente
durante o período árcade é a Inconfidência Mineira, movimento que teve envolvimentos
dos escritores árcades, como Tomás Antônio Gonzaga, Alvarenga Peixoto e Cláudio
Manuel da Costa, além do dentista prático Tiradentes.
Como a tendência
é do eixo cultural seguir o econômico, os escritores árcades são, na maioria,
mineiros e algumas de suas produções literárias são voltadas ao ambiente das
cidades históricas mineiras, principalmente Vila Rica.
O Arcadismo tem
como características: a busca por uma vida simples, pastoril, a valorização da
natureza e do viver o presente (pensamentos causados por inspiração a frases de
Horácio “fugere urbem” – fugir da cidade e “carpe diem”- aproveite o dia).
Os principais
autores árcades são: Cláudio Manoel da Costa, Tomás Antonio Gonzaga, Basílio da
Gama, Silva Alvarenga e Frei José de Santa Rita Durão.
· Utilização de personagens mitológicas;
· Idealização da vida campestre (bucolismo);
· Eu lírico caracterizado como um pastor e a
mulher amada como uma pastora (pastoralismo ou fingimento poético);
· Ambiente tranquilo, idealização da natureza,
cenário perfeito e aprazível (locus amoenus);
· Visão da cidade como
local de sofrimento e corrupção (fugere urbem, fugir da cidade em
latim);
· Elogio ao equilíbrio e desprezo às extremidades (aurea
mediocritas - expressão de Horácio);
· Desprezo aos prazeres do luxo e da riqueza (estoicismo);
·Cortar o inútil ("inutilia truncat")
· Aproveitamento do momento
presente, aproveitar a vida, devido à incerteza do amanhã. Vivência plena do
amor durante a juventude, porque a velhice é incerta (carpe diem).
~Luiz Fernando de Lima
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